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quarta-feira, 2 de julho de 2014

Instrumento de justiça (Romanos 6.13)

oferecer os membros do corpo a Deus
Devocional de 02/07/2014.

"Não ofereçam os membros do corpo de vocês ao pecado, como instrumentos de injustiça; antes ofereçam-se a Deus como quem voltou da morte para a vida; e ofereçam os membros do corpo de vocês a ele, como instrumentos de justiça." (Romanos 6.13)

Nossa ação mostra a nossa devoção. O Mestre nos ensinou que devemos escolher entre servir a Deus ou ao Dinheiro. Adorar o Eterno significa então oferecer o corpo (e a mente) a Ele, para que o Espírito Santo produza frutos de justiça. Por outro lado, adorar a Riqueza significa dedicar o corpo (e a mente) aos desejos naturais, permitindo-se tudo em nome do prazer, da satisfação e da "felicidade".

Somente quem voltou da morte para a vida é capaz de expressar gratidão extrema ao doador da nova vida, pois reconhece Deus como seu Senhor e não apenas como Criador universal. Tamanha gratidão se consolida na forma de consagração e entrega. O adorador de Cristo não busca seus próprios interesses, mas se oferece a si mesmo (coração, mente e corpo) para que o Reino de Deus seja estabelecido.

Quem é a denominação evangélica ou a religião humana para incorporar o amor? A fé em Jesus transcende em muito as tentativas organizacionais e litúrgicas que conhecemos. Oferecer-se a Deus como instrumento de justiça é muito mais do que o moralismo notoriamente combatido por Paulo nesta carta aos Romanos, bem como é muito mais forte do que uma justificação por adesão religiosa ou por sangue. Só quem se sente um devedor incapaz de quitar sua dívida pode se entregar de coração. Só quem percebe que é salvo pela graça (favor não merecido) demonstra uma fé viva e consistente para renunciar ao que tem e se colocar à disposição do propósito de seu Salvador.

Não é possível permanecer em cima do muro na relação com Deus. Todo corpo é instrumento de justiça para o Reino de Deus ou é instrumento de injustiça para o pecado. Toda mente (alma) é renovada para um culto racional ou cativa para tramar a obtenção de vantagens egoístas. Todo espírito está pronto para vencer a carne fraca ou está morto e precisa nascer do alto. Cristo é a pedra angular que serve de base para uns e tropeço para outros.

Que Deus ilumine nossas escolhas e nossas ações, pois você e eu prestaremos contas de cada uma delas. Ninguém se justificará apenas por sentimentos e intenções. Fé não é comoção. Fé é convicção que se torna em ação. É por isso que a fé sem obras não existe.

Deixe Jesus ser o seu Senhor e ofereça-se a ele como instrumento de justiça. Ame-o com todo o seu espírito, alma e corpo. Seja abençoado!

Graça e Paz!

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quarta-feira, 12 de março de 2014

A igreja não tem público, nem palco (Neemias 13.14)

blog do pastor túlio, devocional, células, reunião de culto, culto
Devocional de 12/03/2014.

"Lembra-te de mim por isso, meu Deus, e não te esqueças do que fiz com tanta fidelidade pelo templo de meu Deus e pelo seu culto" (Neemias 13.14).

Neemias, o judeu que era copeiro do rei da Pérsia, tornou-se governador de Judá. Além de reconstruir os muros e as portas de Jerusalém, ele se uniu ao escriba Esdras para restaurar a adoração no Templo. Repreendeu os oficiais pela negligência com o culto a Deus e colocou os cantores e demais levitas em seus postos de trabalho contínuo ao Senhor (Neemias 13.11).

Aqui, Neemias mostrou que todo o trabalho e guerra que enfrentou para reconstruir os muros da cidade tinham um propósito maior. Os muros não ficavam ali somente para o bem estar e segurança dos habitantes de Jerusalém. Não! Os muros eram essenciais porque ali dentro o povo de Deus deveria ter Paz para livremente adorar a Deus no Templo. A leitura da Palavra de Deus trazia contrição, quebrantamento, arrependimento. A queima de holocaustos trazia uma confusão inimaginável pra nós hoje. Os ritos de adoração envolvendo uma série de utensílios, a música, o cuidado com os necessitados, as orações, as refeições na presença de Deus, nada disso poderia ser feito em ambiente hostil. Por isso os muros eram necessários. Porém, o Templo - lugar aonde o culto acontecia - era mais importante que os muros. Era por causa do Templo que os muros existiam.

Então Neemias pede a Deus que considere tudo o que ele fez para garantir que a adoração não cessasse em Jerusalém. Embora não fosse um pastor como Esdras, a missão de Neemias era a mesma de Esdras: restaurar o culto. Neemias entende que sua missão está cumprida quando as condições para a adoração são restabelecidas: leitura pública das Escrituras; lenha no altar para que o fogo nunca se apague; sacerdotes purificados; levitas e cantores listados com suas escalas e responsabilidades; dízimos e ofertas separados; santidade no cumprimento das leis; datas e festas ordenadamente cumpridas.

Quanto a nós, penso que vivemos dias de completa falta de reverência para com as coisas de Deus, muita negligência para com o culto ao Senhor e absoluto desprezo à adoração. Muitas pessoas "vão à igreja" como se fossem a um teatro ou a um shopping... Avaliam no "menu" de opções, se não têm nada mais interessante pra fazer, qual cantor querem ouvir, qual pregador querem escutar, e então definem às vezes o "ir à igreja" como uma opção viável de entretenimento e lazer. As pessoas não consideram que elas mesmas são a igreja, e portanto elas mesmas têm a responsabilidade de garantir o culto.

Veja: Neemias não era profeta, nem sacerdote, nem levita. Aliás, nem governante ele era, mas tornou-se por causa do seu zelo para com a cidade do Templo. Mas ele não deixou Esdras cumprir suas obrigações sozinho. Assim também você não pode fugir de sua responsabilidades e querer que o pastor e o padre "se virem" para proporcionar um culto que sirva para adorar a Deus e ao mesmo tempo seja "atraente" para as pessoas. Não! As pessoas não são chamadas para "assistir" ao culto. Deus não tem platéia. A igreja não tem público, nem palco. Todos devem prestar culto ao Senhor.

A igreja norte-americana - e junto com ela toda a nação - perdeu o rumo quando transformou suas igrejas em teatros. Quando as pessoas começaram a frequentar as igrejas para assistir os lindos corais "gospel", a adoração sumiu e o Espírito Santo se extinguiu da vida do povo de Deus... Também a igreja brasileira desacelerou rapidamente seu crescimento quando transformou os cultos em shows, os atos proféticos em comícios, as pregações em palestras e os templos em teatros.

Passou da hora de retomarmos o zelo pelo sagrado, o amor pelo culto a Deus e a dedicação pessoal de cada cristão para que a simplicidade e a pureza do encontro com Deus estejam de novo presentes em cada reunião cristã da igreja de Cristo. Não existe  "culto do André Valadão", "louvor do Pastor Cirilo", "pregação do Pastor Jeremias", etc. Só existe culto ao Senhor, louvor para o Senhor e pregação da Palavra do Senhor... 

Se alguém pergunta: "foi bom? foi legal?", esse alguém não sabe o que está dizendo... Igreja não é cinema para você assistir o filme, achar "legal" e recomendar para o colega. A escolha de uma igreja para congregar não pode ser definida pelo seu bem estar ao "assistir" um culto. Você deve ir à igreja para servir! Você deve congregar em uma comunidade para cumprir uma missão. Você precisa se fixar em algum lugar para que você possa exercitar em prol dessa comunidade os dons e talentos que Deus te deu e assim adorar a Deus oferecendo sua vida em culto racional (Romanos 12.1).

Ao encontrar este discernimento a respeito de culto, você pode (e deve) se compreender com outros olhos no reino de Deus. Ao despertar sua consciência, o Espírito Santo pode fazer de você um missionário, um evangelista, um pregador, um cantor, um mestre, um profeta, um apóstolo, um juiz, um oficial, um legislador, um recepcionista, um cozinheiro, um administrador, um músico, um intercessor, um doador, um servo... E eliminar de sua vida toda passividade religiosa e mundana, todo espírito de "sangue-suga" e crítico de igreja, que inconscientemente te leva a ficar parado e cada vez mais encontrar o próximo defeito naqueles que estão trabalhando para Deus.

A fidelidade ao culto e ao Templo do Senhor precisam reencontrar lugar de destaque nos nossos corações. Se tomarmos essa iniciativa, vamos levantar igrejas aonde não existe uma, vamos transformar pequenas congregações em grandes e lindas igrejas, vamos impedir que grandes igrejas se tornem teatros e vamos permitir que o Espírito Santo transforme a vida do povo de Deus e da sociedade em volta, como aconteceu nos dias de Neemias. 

Vamos retomar o zelo pelo culto, a dedicação, o cuidado e o carinho com as coisas de Deus e assim adorá-lo! O culto é para o Senhor, não é para nós mesmos. Isso não significa que devamos fechar os olhos ao que está à nossa volta e olhar somente para cima, como na figura aqui colocada, mas significa que devemos amar uns aos outros sabendo que ao fazer isto estamos amando o Senhor. É por isso que devemos adorá-lo com nossos dons e talentos. Devemos nos doar uns aos outros naquilo que temos de melhor. A igreja deve ser um lugar propício para o exercício dessa doação, e consequentemente da adoração. A igreja deve nos proporcionar a ação, ao invés de nos incentivar ao estado de sentados (ainda que de pé), passivos por horas num mesmo lugar. É por isso que a igreja não pode ser refém de suas grandes reuniões.  

Para que não sejamos reféns desse culto à passividade e nos tornemos adoradores do Deus vivo, convém que nos envolvamos em pequenos trabalhos e nos reunamos em pequenos grupos. As células familiares, que são grupos de comunhão, edificação e multiplicação, podem ser eficazes ferramentas para permitir esta transformação da religiosidade passiva à missão ativa. O desenvolvimento do serviço cristão em equipe (células ministeriais) através dos mais diversos ministérios da igreja é uma forma prática de se despedir do marasmo, da preguiça e da mesmice. Envolva-se de verdade e cultue a Deus com todo o seu ser: coração, alma, mente, força e entendimento! 

Fazendo isso, nossa oração se torna a oração de Neemias, que nos permite lembrar o Senhor das boas ações que fizemos para Ele, ações de fidelidade que levam as pessoas a cultuar a Deus em Espírito e em Verdade. Esta é a nossa missão: restaurar o culto ao Senhor.

Graça e Paz!

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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Dedicação ao louvor (1 Crônicas 9.33)

1 Crônicas 9.33, Davi, Dedicação Integral, pastor túlio
Devocional de 27/02/2014.

"Os cantores, chefes de famílias levitas, permaneciam nas salas do templo e estavam isentos de outros deveres, pois dia e noite se dedicavam à sua própria tarefa" (1 Crônicas 9.33).

No Templo do Senhor, em Jerusalém, haviam muitos levitas dedicados a diversas tarefas. Aqueles que cuidavam do louvor a Deus por meio da música tinham dedicação integral.

A música e uma ciência que exige estudo, preparação, inspiração, atenção, ensaio, harmonização, repetição, inovação, criatividade, disciplina, força, amor... Qualquer atividade que alguém faça, obtém melhores resultados quando se prepara melhor, mas na atividade musical a sensação é de que sempre se pode fazer mais, colocar outras vozes, novos instrumentos, outras harmonias, mudar o ritmo, aprimorar, melhorar, mudar. De fato, quem lida com musica precisa dedicação e tempo.

A música invade o nosso interior, e mexe também com o coração de Deus. Não é apenas a letra que faz da música uma oração. A melodia e o rimo podem conduzir a alma a um estado de alegria, tristeza, desejo, amor, coragem, força, depressão, bem-estar, mal-estar, medo, esperança... E uma linguagem que fala a todos, transforma situações e muda comportamentos. Com sua harpa, Davi expulsava demônios que se apossavam de Saul, sem precisar botar a mão na cabeça dele (1 Samuel 16.23)!

Nos dias atuais, graças à tecnologia, as possibilidades musicais são ainda maiores. Os efeitos sonoros que podem ser somados às vozes e aos sons dos instrumentos são infinitos. Quem lida com música precisa conhecer profundamente os detalhes da sonorização. Todo músico - cantor ou instrumentista - precisa ouvir a gravação do som produzido, avaliar e melhorar na próxima vez. As pessoas comuns podem até achar que a mesa de som está ali para aumentar ou diminuir volume, mas os músicos não. Todos precisam explorar a tecnologia e aprimorar o que fazem.

Em Judá, mesmo sendo em menor número, mesmo tendo acesso a pouca tecnologia, mesmo sendo escolhidos para a função segundo clãs e famílias ao invés de serem escolhidos pelo prazer, dom e talento, os músicos que ministravam louvor a Deus já atuavam com dedicação integral, os levitas compunham, criavam, aprimoravam, ministravam, aperfeiçoavam, ensaiavam, e estavam sempre prontos para louvar a Deus, houvesse ou não grande número de adoradores no Templo. Eles sabiam que cantavam para o Senhor e o faziam com todo o coração, toda a alma e todo o entendimento. Hoje, a igreja de Deus precisa retomar este principio e destacar homens e mulheres cheios do Espírito Santo e sustenta-los, garantindo a dedicação integral para um ministério que não pode ser feito a toque de caixa, na correria do dia-a-dia, sem ensaio, sem oração, sem preparo e sem tempo. Eles devem ser santificados para fugirem também da vaidade que naturalmente alicia os talentosos. Os pastores e líderes precisam entender isto e agir.

Deus abençoe os músicos que louvam a Deus com toda a foça!

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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Não adore a Deus do seu jeito! (Deuteronômio 12.4)


atos de justiça - adoração pagã - paganismo na igreja

Devocional de 28/01/2014.

"Vocês, porém, não adorarão ao Senhor, o seu Deus, como eles adoram os seus deuses" (Deuteronômio 12.4).

Gostamos de Liberdade. Não é raro alguém dizer: "Você deve adorar a Deus do seu jeito!", e assim essa crença vai legitimando todo e qualquer tipo de prática no culto a Deus. Justificamos as diferentes liturgias, os diferentes costumes e também as inúmeras divisões na Igreja de Cristo com base na aceitação de qualquer coisa que as pessoas colocarem para fora. Mas a Palavra de Deus ensina que nós não devemos adorar a Deus como as nações pagãs adoravam os deuses delas (Deuteronômio 12.4), e nós não devemos agir fazendo aquilo que bem entendemos (Deuteronômio 12.8). É claro que onde há o Espírito de Deus aí há liberdade (2 Coríntios 3.17), mas tudo deve ser feito com decência e ordem (1 Coríntios 14.40).

Não estou aqui fazendo apologia aos tradicionais e históricos sistemas de culto, como aqueles que determinam as músicas que devemos cantar, os instrumentos que devemos usar, o lugar onde devemos nos reunir, as rezas que devemos recitar ou as roupas que devemos vestir. Não! A adoração não consiste nessas coisas. Adoração é o ato de amor, de devoção e honra prestado a uma divindade seja individualmente ou em grupo. Como Cristo ensinou, Deus procura adoradores que o adorem em espírito e em verdade (João 4.24).

Assim, se você se declara cristão, não basta apenas você mudar de Deus, mas você precisa também mudar a forma como adora a Deus. O Senhor requer de você um culto racional, no qual o seu próprio corpo deve ser oferecido a Deus como sacrifício vivo, santo e agradável. Desse modo, você não vai se amoldar ao padrão vigente que está por aí, mas vai renovar a sua mente e então se transformar em uma pessoa que é capaz de experimentar a boa, perfeita e agradável vontade de Deus (Romanos 12.1-2).

Portanto, quando Deus olha as pessoas, a grande diferença que ele destaca entre elas não é a diferença entre aqueles que adoram (religiosos) e aqueles que não adoram (agnósticos). Ele também não nos divide simplesmente entre aqueles que adoram a Ele mesmo e aqueles que adoram outros deuses. Não! Ele busca e separa (santifica) os verdadeiros adores. Ele faz distinção entre aqueles que O adoram em espírito e verdade e os demais, entre os justo e os injustos, entre os que servem a Deus e os que não servem (Malaquias 3.18).

Adorar a Deus do jeito dEle - e não do nosso jeito - é o que importa! E quem conhece a Deus e a Sua Palavra sabe que o jeito de Deus não está relacionado a rituais, liturgias, sacrifícios, festivais, eventos, reuniões, feriados, cânticos ou expressões meramente religiosas. Deus está cansado das nossas reuniões feitas em nome dEle para o nosso próprio prazer, Ele não as suporta mais (Isaías 1.14)! Muitos "louvores" que expressamos chegam não chegam aos céus como aroma suave, mas como uma fumaça fedoronta (Amós 5.21).

Adorar a Deus do jeito dEle é expressar a vontade dEle em nossa atitude diária. Se alguém se diz adorador e não refreia a sua língua engana-se a si mesmo e sua adoração não tem valor nenhum. A adoração que Deus espera consiste em praticar atos de justiça e evitar atos de pecado, isto é, cuidar dos órfãos e das viúvas e não se deixar corromper pelo mundo (Tiago 1.26-27).

A adoração do jeito de Deus - e não do nosso - é aquela na qual soltamos as correntes da injustiça, desatamos as cordas do jugo, colocamos os oprimidos em liberdade, partilhamos a comida com o faminto, abrigamos o pobre desamparado, vestimos o nu e não negamos ajuda ao próximo (Isaías 58.6-7).

Não dá pra cultuar o Deus do Universo fechado entre cinco paredes. As paredes laterais nos separam das pessoas e a parede de cima (teto) nos separa de Deus. Pode cantar, tocar, dançar, gritar, rolar no chão, fazer o que quiser... Não adianta! Deus não ouve isto (Amós 5.23).

É como canta João Alexandre: Não tem jeito não!
http://letras.mus.br/joao-alexandre/930802/

Adorar a Deus do jeito dEle significa viver em amor. Pois Deus é Amor! Quem vive em amor vive em Deus e Deus nele (1 João 4.16), pois quem diz que ama a Deus mas não ama o seu irmão é mentiroso (1 João 4.20). É isto que Ele nos manda fazer. Este é o mandamento (1 João 4.21).

No Dia do Juízo, o Senhor não vai nos elogiar ou nos repreender por causa da música bela ou desafinada que cantamos, nem por causa do número de reuniões que participamos ou deixamos de frequentar na igreja. Ele vai nos abraçar ou apartar segundo o número de copos d'água que demos aos sedentos, o número de pães que demos aos famintos, o número de peregrinos que acolhemos, o número de nus que vestimos, o número de enfermos que cuidamos e o número de presos que visitamos (Mateus 25.31-46). Esta é a adoração que Ele espera de nós! Atos de justiça daqueles cuja Fé não é morta (Tiago 2.26).

Que Deus nos abençoe e nos transforme em verdadeiros adoradores.

Graça e Paz!

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